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Minha Lavra do Teu Livro 22 | "MEUS DESACONTECIMENTOS - A HISTÓRIA DA MINHA VIDA COM AS PALAVRAS ", de ELIANE BRUM, por Nic Cardeal

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Minha Lavra do teu Livro 22 - resenhas afetivas - "MEUS DESACONTECIMENTOS", UM "CORPO DE PALAVRAS"  QUE SUSTENTA A VIDA! "Lembranças não são fatos, mas as verdades que constituem aquele que lembra. Recordações são fragmentos de tempo. Com elas costuramos um corpo de palavras que nos permite sustentar uma vida" (Eliane Brum) EM CARNE VIVA "Sempre vou temer o retorno da escuridão,  que para mim é o mundo sem palavras" (Eliane Brum) Não te assustes se 'pronunciar-te' em sons audíveis não te pertence! Tu não te fazes apenas na garganta, antes dela, foste um sopro, um precioso (e único) sopro! Não te enganes com pronúncias dissonantes, todo caos precede uma estrela, todo corpo antecede uma palavra! Não te importes se não te dizes pela voz, não te sentes pelo som, se só te sabes pela escuta, ou só te reconheces pela escrita! O destino do mundo (das palavras) é o Verbo! – Em todas as possibilidades do imperfeito, do improvável, ou do inconsútil!...

Maria Verginia Gonçalves: Carmo Vasconcelos - A Poetisa Lisboeta

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Carmo Vasconcelos:  A Poetisa Lisboeta que virou Patrona no Brasil Por Maria Vergínia Gonçalves* É com imensa honra que escrevo de Maringá, Paraná, Brasil, para falar de uma filha ilustre  escritora on memória de Lisboa: a poetisa Carmo Vasconcelos. Tive a graça de ser empossada na AVIPAF - Academia Virtual Internacional de Poesias, Artes e Filosofia - para ocupar a cadeira que tem como patrona Carmo Vasconcelos. Carmo Vasconcelos nasceu em Lisboa, in memória.  Desde sempre cultivou a paixão pela leitura e pela escrita. É autora do livro de poemas "GEOMETRIAS INTEMPORAIS", publicado em 2000, e de outras obras marcantes como "ROMPENDO AMARRAS", "MEMORANDO DE FOGO", "DESPIDA DE SEGREDOS", "LUAS E MARÉS", "SONETOS ESCOLHIDOS" e o romance em dois volumes "O VÉRTICE LUMINOSO DA PIRÂMIDE".  Membro da Associação Portuguesa de Poetas, onde já integrou os Corpos Diretivos, e do Cenáculo Literário Marquesa de Valverde, onde co...

Araceli Otamendi e Elízia Fênix: Poemas

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Maria Rita           Prisioneira da linguagem a memória coletiva vive em seu próprio interior É um desperdício, um enigma, um presente, um passado, um futuro Ricardo Reis aparece em nossas histórias ditando palavras Muda de pele como uma serpente egípcia come balas ao amanhecer armada de palavras, empreende o caminho e todas as batalhas. No saguão solitário de um hotel em seu próprio hotel habitado Maria Rita ilumina o azul da noite com palavras palavras estelares, como em um poema de Vachel Lindsay e empreende a fuga rumo a um jardim interior Cuida de crianças sonhadoras durante dias e noites ilumina as crianças Maria Rita é choro, alegria, felicidade, dor, vida Maria Rita vive nas palavras as palavras a habitam cria uma infinidade de palavras em seu seio jardim interior © Araceli Otamendi (Buenos Aires, c. 2018) * Palavra tem cheiro Ontem A palavra Conheci Desejo De escrever Senti Descobri Que Palavra Tem cor Cheiro E sabor Hoje Escrevo Memória Amanhã Talvez E...

Maria da Gloria Colucci e Elciana Goedert: Receberão Medalhas

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Poeta, advogada e professora Maria da Gloria Colucci Em 11 de novembro/26, no Instituto Cervantes de Curitiba, as poetas Maria da Glória Colucci e Elciana Goedert receberão Medalhas da AVIPAF (Academia Virtual Internacional de Poesia, Arte e Filosofia) pelos seus trabalhos poéticos. Maria da Gloria Colucci receberá a Medalha  Melhor poema Ecológico 2025. Planeta Terra Maria da Gloria Colucci Não é sobre você, Nem sobre mim, Mas, sobre nós... Não é sobre hoje, Nem sobre amanhã, É sobre “sempre”... Não é o que podemos, Mas, o que devemos Fazer ou deixar de fazer... Tudo é sobre todos, Sempre juntos, unidos, Em defesa do Planeta. 2025 Outras Premiações:  1976 - 1º lugar no Prêmio Augusto Montenegro (OAB, Pará); 1977 - 3º lugar no Prêmio Ministério da Educação e Cultura; 1997 - 1º lugar Pergaminho de Ouro do Paraná (Jornal do Estado). 2016 - Troféu Carlos Zemek: Destaque Poético. 2017 - Troféu Imprensa Brasil.   2017 - Top of Mind Quality Gold. Maria da Glória Colucci, A...

Minha Lavra do Teu Livro 21 | "O FILHO DE MIL HOMENS", de VALTER HUGO MÃE, por Nic Cardeal

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Minha Lavra do teu Livro 21 - resenhas afetivas - "O FILHO DE  MIL HOMENS",  UMA LIÇÃO DE HUMANIDADE! “É isso o amor. Uma predisposição natural para se favorecer alguém. Ser, sem sequer se pensar, por outra pessoa. Isso dava também para as variações estranhas do amor.” ( Valter Hugo Mãe) ONDE O AMOR                                         “Amar era feito para ser uma demasia e uma maravilha”                                                   (Valter Hugo Mãe) No amor cabe o amor de um pai em metades de si mesmo, por inteira tristeza de ser sem um filho diante do espelho, a refletir sua face despencada entre as ondas de um barco a esmo, à procura de alguém no mar profundo do inteiro do seu peito. Cabe o amor na casa sem portas à espera de um filh...

Elizabeth C.R. Setti receberá Medalha de Honra ao Mérito

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Elizabeth C. R. Setti Em 11 de novembro/26, no evento cultural que AVIPAF (Academia Virtual Internacional de Poesia, Arte e Filosofia) realizará no Instituto Cervantes de Curitiba, a escritora Elizabeth C.R. Setti receberá uma Medalha de Honra ao Mérito, do Projeto Poetizar o Mundo, idealizado pela poeta Isabel Furini. Elizabeth Raffo Setti, nome literário ElizaBeth C.R. Setti, é uma escritora paranaense que ocupa a cadeira número 15 da Academia Feminina de Letras do Paraná e a cadeira número 30 da Academia de Letras dos Campos Gerais. Membro da Academia de Cultura de Curitiba ( ACCUR); membro do Centro de Letras do Paraná (CLP); do Instituto Histórico e Geográfico do Paraná (IHGPR) e Centro Feminino de Cultura do Paraná (CPFC). Pertence também ao Coletivo Marianas.  Coordenadora e idealizadora do Projeto “Literatura No Centro”, evento literário que acontece todo mês na sala Leonor Castellano, no Centro Paranaense Feminino de Cultura. Elizabeth tem nove livros publicados, send...

Marli Boldori e Isabel Furini: Poemas

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Arte digital de Isabel Furini Saudade Saudade chega sem bater à porta, se acomoda nos cantos da memória. Tem o perfume dos dias que passaram e a voz suave de quem ficou na história. É ausência que insiste em permanecer, presença silenciosa que não vai embora.  Marli Andrucho Boldori Porto União-SC ** Flores de Outubro muro de névoa trafego noturno, buzinaços, sinos na madrugada alheias aos ruídos a Laelia purpurata e as margaridas florescem no mês de outubro  Isabel Furini

Maria da Gloria Colucci e Lucia B. Proença: Poemas

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ABELHINHA Maria da Gloria Colucci Abelhinha abelhuda, Posando em cada flor, Vai morar, sortuda, No jardim do meu amor! Adoça seus sonhos, Faz brilhar seus olhos, Docinho do mel, Pedacinho do céu. Maria da Glória Colucci, Advogada. Mestre em Direito. Professora da UFPr (aposentada). Troféu Carlos Zemek “Destaque Poético” (2016). Exposição de Poesia em Buenos Aires (2016). Antologia “Sentimentos” (2016). Antologia “Humanidades” (Instituto Memória, 2016). Membro da AVIPAF (2018). Exposição “Tempo Poético” (2019). Blog Nuvem de Cetim Poemas (2026); disponível em https://nuvemdecetimpoemas.blogspot.com * FINAL DE SEMANA Lúcia B Proença Final de semana eu suavizo. Desanuvio... Deixo me levar na travessia do sossego. Descomponho-me sem pudores. Feito festa e festim. Final de semana é assim. Descuido insensato de mim. Maria Lúcia Baroncini Proença (Lucia B. Proença)  tem formação acadêmica em Letras e Pós-graduação em Educação Especial, Educação Fundamentada na Arte, Direitos Humanos e Edu...

Miriam Maria Santucci e Giuliana Donzello: Poesia italiana contemporânea

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Poesias em língua italiana traduzidas ao português APRENDER O PERDÃO  Miriam Maria Santucci A vida dá muito, muito tira e muito ensina. Aprende-se a entender que a mente e o coração de cada pessoa são labirintos fechados, onde é difícil entrar e ainda mais sair. Porque o orgulho tranca a porta e nenhuma fuga é possível. Aprende-se a aceitar a morte, mesmo que uma perda rasgue a alma. Mas quase nunca se consegue aprender a aceitar o repúdio, porque o repúdio é mais cruel do que a morte. Mas aprende-se a perdoar, mesmo sem conseguir, às vezes, esquecer. APRENDER A PERDONAR Miriam Maria Santucci La vida da mucho, quita mucho y enseña mucho. Se aprende a comprender que la mente y el corazón de cada persona son laberintos cerrados, en los que es difícil entrar y aún más salir. Porque el orgullo cierra la puerta y no hay escapatoria posible. Se aprende a aceptar la muerte, aunque una pérdida desgarre el alma. Pero casi nunca se consigue aprender a aceptar el rechazo, porque el rechazo es...

DOIS POEMAS DE VÂNIA LÚCIA MALTA COSTA CATUNDA

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fotografia do arquivo pessoal da autora  MEU MENSAGEIRO DOS VENTOS O seu silêncio parece me perguntar  O que há por detrás do meu olhar? Respondo: um véu de sonhos a realizar. Um vislumbre de coisas a conquistar. Uma colheita de estrelas em noite de luar. Querido mensageiro da sorte,  sei que conhece o meu agir,o meu pensar. Quando estou feliz,  vive a balançar. Com alegria a fanfarrar. Seu som tibetano a circular. Que sigamos os mesmos trilhos no caminhar. Com vibrações positivas do universo a nos cercar. Proferidas no mesmo linguajar. Que só nós dois sabemos decifrar. imagem do Pinterest  -*- PORAQUÊ - PEIXE PILHA Que engenheira é a natureza! Fantástica obra de Deus! Um peixe com carga positiva. E carga negativa parece pilha! Famoso como Peixe-Poraquê Que na língua tupi significa: "O que coloca pra dormir". Vivente da Bacia  Amazônica. E rios da América do Sul. Conhecido como Peixe-Elétrico do Amazonas. Grande em tamanho e peso. Não morde, não ferroa, Mas...